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2012: Maias, Nostradamus e Nibiru

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Sou mesmo muito curioso e atraído irresistivelmente para os mistérios que se me apresentam às vistas. Quando eu era criança, depois das aulas de Ciências, chegava da escola pra pesquisar como poderiam as formigas serem mais organizadas que os seres humanos em sua mini-sociedade. Como as abelhas determinavam quando ocupar uma área, criar ou abandonar uma colméia? Como poderia o ar, algo invisível, derrubar torres de energia e ainda as manifestações mediúnicas serem relegadas ao campo das superstições pela Ciência empirica e caolha? Isso tudo me assombrava quando criança, e o cientista maluco mirim aqui era deixado de lado pelos covis dos populares  no Colégio. Perguntavam-se como poderia um garoto de 10 anos de idade preferir jogar "futebol" com um frasco vazio de vinagre por tardes inteiras a juntar-se às algazarras dos campos de várzea? Não era por demasiado orgulho, embora este sobressaísse; era por saber que nosso tempo é mais útil se usado para nosso desenvolvimento ...

Jano e o Nexo

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Jano, o encontro do velho e do novo. Em muitos livros de História Antiga e Mitologia, vemos apenas exaltados os arquétipos de deuses "da moda", como Júpiter, Vênus, Marte, Marte, etc, ou seja, os "cartolas" do Olimpo, que gozavam nos Elíseos as delícias da eternidade de sua condição e origem. Mas poucos se atentam ao arquétipo do Tempo, representado pelo soturno e fatídico Saturno e pelo seu guardião, o deus Jano.       Jano era o deus representado por uma figura com uma face voltada pra trás (passado) e outra pra frente (futuro). A sua face média era desconhecida, digo, a verdadeira, pois que era tida como o nexo, o momento exato da passagem do que foi para o que virá. É exatamente esse nexo que considero como verdadeiro Reino de Jano. É justamente em sua homenagem que o mês de janeiro ( Mens Januarius ) recebeu esse nome, o "mês de Jano". Por ele, temos a noção prosaica de passagem de um ciclo anual de atividades a um novo. É estranho...