5 de novembro de 2011

2012: Maias, Nostradamus e Nibiru

Sou mesmo muito curioso e atraído irresistivelmente para os mistérios que se me apresentam às vistas. Quando eu era criança, depois das aulas de Ciências, chegava da escola pra pesquisar como poderiam as formigas serem mais organizadas que os seres humanos em sua mini-sociedade. Como as abelhas determinavam quando ocupar uma área, criar ou abandonar uma colméia? Como poderia o ar, algo invisível, derrubar torres de energia e ainda as manifestações mediúnicas serem relegadas ao campo das superstições pela Ciência empirica e caolha?

Isso tudo me assombrava quando criança, e o cientista maluco mirim aqui era deixado de lado pelos covis dos populares no Colégio. Perguntavam-se como poderia um garoto de 10 anos de idade preferir jogar "futebol" com um frasco vazio de vinagre por tardes inteiras a juntar-se às algazarras dos campos de várzea? Não era por demasiado orgulho, embora este sobressaísse; era por saber que nosso tempo é mais útil se usado para nosso desenvolvimento intelectual do que em rituais de passagem infantis, onde uma criança perversa sempre quer pisar na cabeça do mais fraco ou lhe constranger, buscando, nessa perfídia, sua auto-afirmação. Sim, meus amigos, as crianças também sabem ser perversas!

Voltando aos mistérios...

Para entrar logo no assunto que ferve nos meios virtuais (blogs, fóruns, redes socias, etc.) há alguns anos, vamos tentar raciocinar o que gera esse frenesi todo acerca do ano de 2012.