6 de outubro de 2012

Greenpeace e LBV: Mercantilismo no Terceiro Setor

Com quase toda certeza, você já ouviu falar ou leu acerca do Greenpeace e da LBV, certo? Mas, você conhece, a fundo, a forma com a qual eles trabalham fora da mídia?

Com a tal onda de ativismo socio-ecológico e a ilusão de que poderíamos mudar o mundo político através da Internet, instituições como o Greenpeace e a LBV começaram a ganhar ainda mais espaço do que jamais suas imagens na mídia tinham conseguido. Com o advento da ditadura das redes sociais sobre a Consciência das pessoas, recriando modas, mudando a linguagem na comunicação, o que mais se fortaleceu foi o alcance dos instrumentos de marketing global dessas instituições, não a Conscientização dos seres humanos.  

E sabem por quê? Porque as cúpulas dirigentes dessas instituições dependem, em maior grau, do poder que o dinheiro proporciona à sanha do egoísmo, em consonância com os ditames de uma elite globalmente dominante. Sabem, também, que a maioria dos seres humanos não pensa, não raciocina, nem questiona, mas apenas reage com "sim" ou "não", de acordo com seus apetites e emoções em dado momento.

No que o mundo vai mudar se o Greenpeace fizer um protesto público, de forma teatral, ao invadir um barco pesqueiro em alto mar? Os animais marinhos, ameaçados de extinção, estarão a salvo por causa de suas apresentações em campo? De que adiantará se uma corrente humana se encadear em torno de um Congresso Nacional, exigindo a reforma do Código Florestal, se os mesmos eleitores, que dizem apoiar as causas ecológicas, votam em candidatos que fazem conluios para acabar com o resto da Amazônia, tudo em troca de favores para si mesmos e/ou para os seus? 





A mesma desconfiança que mostro em relação ao Greenpeace, demonstro para com a LBV (Legião da Boa Vontade). A LBV repousa sobre uma mistura bisonha de ritos e filosofias. Concordo que as filosofias, em suas essências puras, levam a Deus, invariavelmente, pois este é a Fonte de todas as coisas. Mas, imiscuir princípios religiosos que foram criados na diversidade apenas para favorecer um movimento forçado, chamado Ecumenismo, é brincar com a nossa inteligência. Lembrem-se de uma coisa: o Ecumenismo não quer nos unir como seres humanos, mas busca, apenas,  unificar as religiões num amálgama (o qual é uma aberração) que seja mais simples de administrar pelas elites políticas mundiais.