26 de outubro de 2009

Dois Pontos e Uma Linha (para João Batista Cunha)

Essa poesia singela, sem muito brilho nem palavrórios, nasceu de pronto ao ler uma poesia do amigo e irmão de letras, João Batista Cunha. Para ele, com merecimento:






Onde pontuamos um ponto,
Iniciamos um breve conto,
Pelo qual, imberbe, canto,
As alegrias e o acalanto.


Se me tragar o triste pranto,
onde toda minha vida remonto,
Vou dar ao meu lápis desconto,
sem mais pontuar, ponto e tanto!!