Pular para o conteúdo principal

Soneto dos Ventos de Verão

Água do céu de minha vida inquietante,
Beijou o meu mar com desejo de juntar
Inteiras metades de um bruto diamante,
Saciando nossa vontade da paixão realizar.

Amarra de meu porto forte, em ti provei
Gosto do mel divino de mulher, bebi
Ultimamente de teu corpo ardente, gozei
Enlaçado pela magia de teu olhar, em ti revivi.

E correram suas mãos em mim como um furacão;
Jubilou-se a natureza impetuosa que quer e mais quer
Unir o céu e a terra, atar a Razão ao Coração.

Lamento apenas não saber do vento fazer canção;
Imerso em chuva ou temporal, mas da brisa que vier,
O prazer desse Anjo de Pecado caia no colo dessa Mulher.

Postagens mais visitadas deste blog

Greenpeace e LBV: Mercantilismo no Terceiro Setor

Com quase toda certeza, você já ouviu falar ou leu acerca do Greenpeace e da LBV, certo? Mas, você conhece, a fundo, a forma com a qual eles trabalham fora da mídia?
Com a tal onda de ativismo socio-ecológico e a ilusão de que poderíamos mudar o mundo político através da Internet, instituições como o Greenpeace e a LBV começaram a ganhar ainda mais espaço do que jamais suas imagens na mídia tinham conseguido. Com o advento da ditadura das redes sociais sobre a Consciência das pessoas, recriando modas, mudando a linguagem na comunicação, o que mais se fortaleceu foi o alcance dos instrumentos de marketing global dessas instituições, não a Conscientização dos seres humanos.  
E sabem por quê? Porque as cúpulas dirigentes dessas instituições dependem, em maior grau, do poder que o dinheiro proporciona à sanha do egoísmo, em consonância com os ditames de uma elite globalmente dominante. Sabem, também, que a maioria dos seres humanos não pensa, não raciocina, nem questiona, mas apenas reage …

Chico Anysio e a Velha Puta

Nesse dia, após sua partida deste Mundo, vamos relembrar e celebrar a inteligência e a acidez desse que foi o maior humorista brasileiro, Chico Anysio. Vá em Paz e obrigado pelo legado de sua Obra!



2012: Maias, Nostradamus e Nibiru

Sou mesmo muito curioso e atraído irresistivelmente para os mistérios que se me apresentam às vistas. Quando eu era criança, depois das aulas de Ciências, chegava da escola pra pesquisar como poderiam as formigas serem mais organizadas que os seres humanos em sua mini-sociedade. Como as abelhas determinavam quando ocupar uma área, criar ou abandonar uma colméia? Como poderia o ar, algo invisível, derrubar torres de energia e ainda as manifestações mediúnicas serem relegadas ao campo das superstições pela Ciência empirica e caolha?
Isso tudo me assombrava quando criança, e o cientista maluco mirim aqui era deixado de lado pelos covis dos populares no Colégio. Perguntavam-se como poderia um garoto de 10 anos de idade preferir jogar "futebol" com um frasco vazio de vinagre por tardes inteiras a juntar-se às algazarras dos campos de várzea? Não era por demasiado orgulho, embora este sobressaísse; era por saber que nosso tempo é mais útil se usado para nosso desenvolvimento inte…